quinta-feira, 2 de julho de 2015

Estrelas: Fontes de Calor e Vida para o Espaço

Segundo a teoria básica da Astronomia, ainda não sabemos do que a maioria do Universo é formado.
Pode parecer estranho, mas o que temos lá em cima realmente é algo desconhecido, muito diferente do que temos aqui em baixo na terra.No entanto, da porção que já conhecemos sobre o Universo, podemos dizer que ele é formado por 4 estruturas básicas:
  • Planetas ( rochosos e gasosos )
  • Estrelas ( que podem ser de vários tipos )
  • Pequenos Corpos ( Cometas e Asteróides )
  • Corpos Misteriosos ( tais como os Buracos Negros ).
Entre estes 4 tipos de estruturas visíveis e conhecidas pela Astronomia sem dúvida as principais são as Estrelas.
As estrelas, que podem variar desde pequenas bolas minúsculas até gigantescas estruturas 1.000.000 vezes maiores que o sol, compõe a maioria absoluta de todos os corpos visíveis do Universo.
Fonte:http://www.guiadacarreira.com.br/artigos/ciencia/astronomia-tipos-estrelas/

Planetas, Estrelas e Galáxias, a Base do Universo Visível a partir da Terra

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Nebulosas Planetárias

Uma nebulosa planetária é um objeto astronômico que consiste numa concha brilhante de gás formada por certos tipos de estrelas no fim das suas vidas. Não têm relação nenhuma com os planetas; o nome deriva de uma suposta semelhança em relação à aparência dos gigantes gasosos. São fenômenos de curta duração (apenas alguns milhares de anos) quando comparados com o tempo de vida estelar típico (alguns milhares de milhões de anos). Conhecem-se cerca de 1,500 nebulosas planetárias na nossa Galáxia.As nebulosas planetárias são objetos importantes para a Astronomia porque desempenham um papel crucial na evolução química de uma galáxia, enviando material para o meio interestelar, enriquecendo-o em elementos mais pesados através da nucleossíntese. Nas outras galáxias, as nebulosas planetárias podem ser os únicos objetos observáveis capazes de fornecer informações acerca de abundâncias químicas.
Nos últimos anos, o Telescópio Espacial Hubble tem revelado a extrema complexidade e variação morfológica das nebulosas planetárias. Cerca de um quinto são mais ou menos esféricas, mas a maioria não é simetricamente esférica. Os mecanismos que produzem tais variedades de formas e características não são ainda bem compreendidos.
As nebulosas planetárias são geralmente objetos ténues, e nenhum é visível a olho nu. A primeira a ser descoberta foi a Nebulosa de Dumbbell na constelação de Raposa, observada por Charles Messier em 1764 e listada como M27 no seu catálogo de objectos nebulosos. Para os observadores da altura, que possuiam telescópios com uma baixa resolução, M27 e as nebulosas planetárias posteriormente descobertas eram bastante parecidas com os gigantes gasosos. William Herschel, que descobriu Urano, eventualmente atribuiu-lhes o termo "nebulosa planetária" embora, como atualmente se sabe, sejam muito diferentes dos planetas.
fonte : http://www.ccvalg.pt/astronomia/nebulosas/nebulosas_planetarias.htm





















segunda-feira, 8 de junho de 2015


Constelações

As Três Marias – Cinturão de Órion


As Três Marias é o nome popular que é dado ao conjunto de 3 estrelas que fazem parte da constelação de Órion. Este asterismo é também conhecido por Cinturão de Órion.
constelação de Órion (ou Orionte) é uma das constelações mais conhecidas do céu noturno. É conhecida por várias estrelas famosas como a supergigante vermelha Betelgeuse e a supergigante azul Rigel, ou pela belíssima Nebulosa de Órion (M42), ou ainda pela Nebulosa Cabeça de Cavalo.
O Cinturão de Órion (As Três Marias) são um asterismo famoso, e são mais um dos muitos pontos de interesse da constelação de Órion. As três estrelas que formam este asterismo apresentam-se no céu quase que em linha reta.
Uma dessas estrelas chama-se Alnitak (Zeta Orionis), trata-se de um sistema de várias estrelas, porém visto da Terra e a olho nu aparece apenas como sendo uma estrela. Alnitak situa-se a aproximadamente 800 anos-luz de nós.
A estrela do “meio” do asterismo é Alnilam (Epsilon Orionis), uma supergigante azul situada a cerca de 1340 anos-luz de nós.
A outra estrela é Mintaka (Delta Orionis), na realidade trata-se de um sistema múltiplo de estrelas. Mintaka situa-se a aproximadamente 915 anos-luz da Terra.






segunda-feira, 27 de abril de 2015



ORIGEM DAS CONSTELAÇÕES


O ser humano desde a antiguidade possui curiosidade a respeito do céu estrelado. Isto é evidenciado em inscrições e construções antigas. O céu era visto com certo espanto, receio, admiração e respeito. O desconhecimento das causas científicas dos fenômenos astronômicos instigava o ser humano a destinar valores divinos aos astros celestes.
As constelações foram inventadas pelo ser humano. Cada povo e tribo possuíam suas próprias constelações. Às vezes, coincidia que quase o mesmo conjunto de estrelas tinha nome e significado diferentes para povos diferentes. Guardar a forma ou a localização dessas figuras no céu não era um trabalho fácil, e assim, criavam mitos e histórias sobre as constelações.
Com o tempo, os povos perceberam que as constelações podiam ser úteis. Era possível identificar os períodos de caça, agricultura e pesca. Serviam para determinar a passagem do tempo, as estações do ano e o clima. Foram feitos calendários inspirados nos fenômenos celestes (como os períodos lunares e solares). Demarcaram a trajetória do Sol durante o ano usando as constelações que chamaram de Zodíaco (dependendo da posição do Sol no Zodíaco, sabiam-se as condições do clima e as estações do ano).

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Cometas       

 Essencialmente, cometas são "pedras de gelo sujo". O gelo dessas pedras é formado principalmente por material volátil (passa diretamente do estado sólido para o estado gasoso) e a "sujeira" é constituída principalmente por poeira e pedras (dos tamanhos mais variados).          Cometas são objetos do Sistema Solar (estão presos gravitacionalmente ao Sol). Ao contrário dos planetas, cujas órbitas são quase circulares (a distância de um planeta ao Sol varia pouco), os cometas têm órbitas muito elípticas, o que realça o seu aproximar-afastar do Sol. Quanto mais distante for o afélio de um cometa (ponto de sua órbita mais distante do Sol) mais tempo o cometa levará para dar uma volta completa em torno do Sol.



segunda-feira, 13 de abril de 2015

Astronomia 


''É a ciência que estuda os astros e a estrutura do universo. O astrônomo desenvolve teorias e as testa, confrontando-as com a observação da realidade. Ele pode investigar a origem e a evolução do universo e as forças que o regem. Pode, também, se dedicar à observação e ao registro de imagens de objetos celestes, como estrelas, planetas, cometas, asteroides ou galáxias, a fim de estudar seu movimento, sua disposição no espaço e relação com os demais corpos da região. Para isso, faz uso de telescópios e câmeras, Analisa a composição química e as características físicas da superfície dos astros''.